• Bruna Chieco

Medidas de contenção contra disseminação do Coronavírus


As Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) estão tomando diversas medidas de precaução no atual período de tentativa de contenção da disseminação do novo coronavírus (COVID-19). No geral, as entidades cancelaram eventos, suspenderam os atendimentos presenciais, e estão trabalhando com equipe reduzida em seus escritórios, atendendo aos critérios de higiene indicados pelo Ministério da Saúde. Além disso, alguns colaboradores já adotaram o home office, ou trabalho remoto, e as reuniões dos colegiados e comitês são realizadas por meio de videoconferência. O atendimento via canais digitais e telefônicos também foram reforçados, como é o caso da Fapes, que estendeu seu atendimento telefônico para 24 horas, 7 dias por semana. Segundo o diretor de Seguridade da Fapes, Rodolfo Torres, responsável pela organização do plano de contingência na entidade, no Plano de Assistência à Saúde administrado pela fundação, haverá o acompanhamento próximo das famílias para prevenir a doença. "Desde o início de março estamos orientando os beneficiários sobre o coronavírus e agora chegou o momento de também proteger os participantes da previdência e nossos funcionários do contágio, como foi feito também no patrocinador, o BNDES", explica. A Fundação Família Previdência também adaptou seus serviços via home office e logo no primeiro dia registrou 108 atendimentos por telefone; 818 acessos pela Internet e 268 acessos pelo aplicativo. No início do plano de contingência, a entidade colocou 70% efetivo em trabalho remoto, com planos de ampliar o home office para mais colaboradores. "Conseguimos estruturar nossos serviços fora das dependências da entidade em 72 horas. Mantivemos uma equipe reduzida em nossa sede, dando apoio a quem está em casa e em atividades essenciais que não podem ser executadas fora da empresa. Com isso, preservamos a saúde de nossos colaboradores e também dos participantes, pois temos mais de 9.200 aposentados e pensionistas”, afirmou o Diretor-Presidente, Rodrigo Sisnandes Pereira, em comunicado. Consultorias e comitês – Para lidar com momentos adverso como o atual, a Real Grandeza conta com uma consultoria especializada em gestão de crises. Para o caso específico da elaboração de um plano de contingência sobre o coronavírus, a fundação montou um comitê com poder decisório dado pela Diretoria Executiva. "Essa crise é extremamente complexa, dinâmica. É importante empoderar esse comitê para tomar medidas rápidas, mesmo burocráticas, para agir", diz o Presidente da Real Grandeza, Sérgio Wilson. Cláudia Cristina de Lima, Gerente de Administração, RH e TI da Fundação Copel, informou que a Diretoria da entidade instituiu o grupo de prevenção do Covid-19. "Na última terça-feira, alinhamos como procederíamos a operação, e colocamos em prática. Nosso universo é de 225 pessoas, entre empregados, terceirizados, estagiários e contratados. Conseguimos, em menos de 48 horas, colocar 50% do quadro fora das instalações corporativas", explicou. A Petros também acionou o seu Comitê de Continuidade de Negócio, que conta com a participação de gestores de diferentes áreas e da alta direção, para acompanhamento do tema e definição de medidas tempestivas que evitem a propagação da doença e, ao mesmo tempo, possibilitem o pleno funcionamento das atividades da fundação. A Previ, por sua vez, trabalha com um grupo de contingência treinado regularmente para o funcionamento em momentos emergenciais. "Os protocolos foram colocados em ação. Tomamos providências em prol da segurança, sem afetar a continuidade do pagamento de benefícios", diz o Diretor de Administração da Previ, Márcio de Souza.

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